Safári no Kruger Park




Safári no Kruger Park | África do Sul
Cami Pinheiro
 
A opção mais procurada no Kruger Park é o tour fechado de 2 a 5 dias, que inclui hospedagem, alimentação e os safáris. Mas há quem prefira fazer tudo por conta própria, alugando um carro e desbravando o parque sozinho. Só não esqueça que na África do Sul as ruas são em mão-inglesa (invertidas), além disso, é necessário ter carteira de habilitação internacional.
Já os visitantes que estão hospedados em cidades próximas, optam por tour de um dia, os chamados “one day tour” . E para os mais afortunados e endinheirados é possível fazer tour privados, com motorista particular. Para chegar ao parque, é preciso pegar um avião em Johannesburgo ou em Durban. De carro trajeto dura cerca de 4 a 6 horas saindo de Johannesburgo ou Pretória.


 
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Hospedagem

O "Camp", não é um camping, mas sim uma área cercada dentro do parque, que oferece vários tipos de acomodações, além de outros serviços. Dentro do parque há mais de vinte camps, além de lodges de luxo.
 
Tipos de hospedagem:
Bangalôs: Espaçoso quartos de alvenaria, alguns possuem banheiro e cozinha.
Camping ou Motorrail: Local para acampar ou para estacionar o Motorhome. Possui cozinha e banheiro público.
Safari Tents: quartos com paredes e teto de lona.
Lodges: (hotéis de selva) estão localizados dentro e fora do parque e são as opções mais caras dentro do Kruger Park, geralmente estão em áreas de visibilidade privilegiada.
Lodges de Luxo: Estes lodges ficam em reservas privadas e oferece serviço de primeira, como  spa, massagem e sauna. Mas tamanha mordomia tem seu preço e não é nada barato.
Guest Houses: pequena casa, ideal para quem vai com a família, pois possui sala e cozinha.
 
Reservas privativas:
Ao sul, em Mpumalanga, estão lodges próximos ao Kruger National Park como o Protea Kruger Gate Lodge, The Winkler e o Malelane Sun. Anexo ao Kruger Park, está a Reserva Privativa de Mala Mala. Ao seu redor, em área de concessão na Reserva de Sabi Sand estão várias outras Reservas Privativas de Luxo: Sabi Sabi, Singita, Londolozi, Ulusaba e outras. Ao norte do Kruger, em Northern Province (Timbavati Reserve/Klaserie Reserve), estão reservas mais acessíveis, mas que não ficam dentro da área do Kruger Park: Kapama, Thornybush, Makalali, Ngala, Mostwari, Royal Malewane e outras.


 
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Melhor época:

A melhor época para a observação é a estação da seca, no inverno (entre junho e agosto). Nessa época, o mato é baixo e as árvores não têm folhas, o que torna a observação mais fácil, pois a vista não fica obstruída pela vegetação. Além disso, há menos insetos. Neste período, praticamente não chove o que faz com que os animais se aglomerem nas nascentes dos rios pela manha e no final da tarde.
No inverno faz muito frio, principalmente pela manhã e à noite, quando as temperaturas podem chegar a 0ºC.
No verão (entre dezembro e fevereiro), faz bastante calor, e há mais mosquitos, mas em compensação é possível ver filhotes pequenos que nasceram na primavera.
 

 
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Dicas:

- O comprovante internacional de vacina contra a febre amarela é exigido no aeroporto. Deixe junto com o passaporte.
- É indicado ter um seguro viagem.
- Pesquise sobre quais animais estão em cada reserva, pois nem todas as espécies estão em todos os lugares.
- Nos acampamentos fixos, pergunte à empresa se eles oferecem cama e roupa de cama.
- É possível visitar o Centro de Reabilitação de Maholoholo, uma reserva que abriga animais vindos de toda a África do Sul, e que cuidam dos animais até que fiquem saudáveis para serem reintroduzidos no seu habitat.
- Dê preferência a calça e camisetas de mangas compridas.
- Use calçados confortáveis e fechados.
- Faça uma farmacinha com os remédios que são tomados com regularidade.
- Existem focos de malária no país, por isso, use sempre repelente (indicado comprar em alguma cidade africana, pois os produzidos lá possuem componentes específicos para os insetos da região).
-Pulseiras repelentes de citronela são ótimas opções, pois protegem do mosquito da dengue, malária e febre amarela.
- Usar protetor solar, pois durante o safári em carro aberto é possível ficar horas exposto ao sol.
- Levar óculos de sol, Boné/chapéu e binóculos.
- As tomadas na África do Sul são de três pontos.


 
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Curiosidades:

- Os elefantes mantém o equilíbrio da vegetação, pois derrubam árvores muito altas que só serviriam de comida para girafas,  ajudando na alimentação de outros animais.
- Onde há impalas, não há leões, seus maiores predadores.
- Cobras são vistas com mais facilidade durante à noite.
- A savana é seca e fria no inverno, e chuvosa no verão.
- A maioria dos animais não se incomodam com os carros, o único que são ariscos e se escondem são os leopardos, por isso, são os mais difíceis de ver.


- O rinoceronte branco (White Rhino) não é nada branco.
- O rinoceronte negro é o mais raro de ser visto no safári, mais até que o leopardo.
- Os animais mais difíceis de ser encontrado são os leopardos, seguido dos leões.
- O primeiro animal visto geralmente é um antílope, o que rende muitos cliques, mas depois eles se tornam parte da paisagem.
- Nas áreas de camping há muitos esquilos e macacos.
- Os hipopótamos são animais perigosíssimos e que mais causam vítimas na África. 

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Sobre a Autora
Camila Pinheiro é paulistana, mas cidadã do mundo. Apaixonada por viagens, fotografia e Patrimônios da Humanidade! Já visitou mais de 50 países, mas ainda não chegou nem na metade da sua lista de desejos. Jornalista diplomada e viajante compulsiva, ama escrever e viajar, por isso, resolveu unir suas duas grandes paixões. Atualmente trabalha como editora de conteúdo online e vive fazendo planos para a próxima viagem. Contato: cami@tudoparaviajar.com

Leia também:
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